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terça-feira, 23 de junho de 2015

Seminário sobre o PME - Plano Municipal de Educação

Faca sua inscrição: o link do formulario é esse: https://docs.google.com/forms/d/1vg_vYJwa6ybXX8qE8RdPz51NHx3-8kvArFI7R5Vg3yU/viewform?c=0&w=1


Uma das principais ações da Campanha Nacional pelo Direito a Educação é a realização da Semana de Ação Mundial - SAM,iniciativa da Campanha Global pela Educação, que ocorre anualmente,desde 2001,em mais de 100 paises. 
Este ano no Brasil,a SAM ocorrerá entre os dias 21 e 27 de junho e trara como tema " O 1° ano de implementação do Plano Nacional de Educação - PME.
Em Timon -MA o SINTERPUM - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal realizará um seminário quinta-feira dia 25 de junho no Auditório da Fundação Cidadania de 8 às 11 horas.

"A Professora Marlucia Lima é a idealizadora do evento em Timon,ela nos contagiou e esse ano o SINTERPUM é parceiro nesse evento, que contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação e de Comunicação do município" - enfatizou a vice-presidwnte do SINTERPUM aprofessora Norma Suely.
As escolas estarão recebendo ofício/convite,as inscrições podem ser feitas pelo  link acima. A sociedade Civil aatravés da igrejas e grêmios estudantis também estão convidados.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

SEMANA NACIONAL EM DEFESA E PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA TERÁ GREVE NOS ESTADOS

A 16ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, organizada pela CNTE, começa no 27 de abril. A iniciativa, este ano com o tema EDUCAÇÃO, TRABALHO E DEMOCRACIA, pretende envolver a comunidade escolar no desenvolvimento dos planos estaduais e municipais de educação, em sintonia com o PNE. Haverá debate nas escolas e aulas públicas em praças e ruas.
A CNTE vai disponibilizar uma cartilha para que os professores levem para a sala de aula todo o debate sobre os planos de educação. É importante que os estudantes tenham conhecimento deste tema e saibam o que está acontecendo no país, em relação ao planejamento da educação para os próximos 10 anos”, comenta o secretário de assuntos educacionais da CNTE, Heleno Araújo.
Para o secretário, o objetivo é usar a grande representação dos sindicatos de educação para garantir que a sociedade assuma seu papel na construção dos planos.
“Isso cria um volume grande de participação. A nossa expectativa é que as pessoas façam debates e que toda a comunidade escolar se envolva pessoal ou virtualmente, para que, de fato, contribua para que o plano esteja aprovado até o dia 26 de junho”, conclui Heleno.
No dia 30 de abril a CNTE organiza uma greve nacional com manifestações nos estados pelo cumprimento do piso e contra a terceirização. “É preciso unificar as lutas nos estados pela garantia de direitos dos trabalhadores em educação e contra os retrocessos”, defende o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão.
Para concluir a semana de luta pela educação pública, em 1º de maio, dia do trabalhador, os sindicatos vão participar das atividades convocadas pelas Centrais Sindicais em todo o País.
Confira a Agenda Nacional:
27/04 - Debate em sala de aula, com apresentação das metas do plano nacional de educação. A ideia é vincular disciplinas aos conteúdos apontados no PNE e levar o assunto para o dia a dia dos estudantes.
No mesmo dia, os Sindicatos vão anunciar a 16ª Semana e farão coletiva com a imprensa sobre o andamento da elaboração do plano de educação estadual ou municipal.
28/04 - Conversa sobre os planos com a comunidade escolar, professores, funcionários, pais e responsáveis.
29/04 - Os sindicatos realizarão aulas públicas nas praças e ruas, informando a população em geral sobre a importância e a situação dos planos de educação.
30/04 - Os trabalhadores em educação farão greve nacional, com manifestações em todos os estados. Serão fixados cartazes, com as 20 metas do Plano Nacional de Educação, em escolas públicas e privadas dos 5.570 municípios brasileiros.
01/05 - no dia do trabalhador será a conclusão da semana de luta pela educação pública. Os sindicatos vão participar das atividades convocadas pelas Centrais Sindicais em todo o país.
Publicado no site da CNTE Sexta, 10 Abril 2015 15:31
Em breve será divulgada a agenda municipal contendo todas as atividades que serão desenvolvidas em Timon-MA, bem como o local e o horário da manifestação pública no dia da greve nacional (30 de abril). 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

PNE é sancionado sem vetos


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Depois de quase quatro anos de tramitação, a presidente Dilma Rousseff sancionou o Plano Nacional de Educação (PNE). Apesar da campanha promovida pela CNTE, não houve vetos ao § 4º do art. 5º e à estratégia 7.36, ficando aprovadas a destinação de recursos públicos a entidades privadas e políticas de estímulo às escolas que melhorarem o desempenho no Ideb. 
Em carta à presidenta Dilma Rousseff, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação pediu que fosse excluída a bonificação às escolas que melhorarem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e a destinação de parte dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para programas desenvolvidos em parceria com instituições privadas. Mas os dois pontos foram mantidos.
O PNE estabelece meta mínima de investimento em educação de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) no quinto ano de vigência e de 10% no décimo ano. Atualmente, são investidos 6,4% do PIB, segundo o Ministério da Educação. A questão é que agora entram na conta dos 10% repasses a entidades privadas em programas como o Universidade para Todos (ProUni) e o Ciência sem Fronteiras, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O texto originalmente aprovado pela Câmara previa que a parcela do PIB fosse destinada apenas para a educação pública.
Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, dinheiro público tem que ser utilizado na educação pública. Roberto Franklin de Leão, presidente da CNTE, afirma que é preciso ficar atento: "Essa decisão abre espaço para uma ampliação das parcerias público-privadas na área da educação e nós consideramos que é papel do Estado assumir o investimento da escola pública".
Em entrevista coletiva nesta quinta (26/6), o ministro da Educação, Henrique Paim, defendeu esse ponto e disse que, se não houver parceria com instituições privadas, será difícil avançar. Paim acrescentou que é também uma forma de garantir gratuidade a todos. “São recursos públicos investidos e devemos ter garantia de acesso a todos. Se forneço ProUni, Fies e Ciência sem Fronteiras - ações que tem subsídio ou gratuidade envolvidos - então, estamos gerando oportunidades educacionais”, disse.
As gratificações da estratégia 7.36 também são vistas de forma negativa pela CNTE: "Esse não é caminho. Vai gerar competição e ranqueamento de escolas e professores, o que não é bom para quem defende a educação solidária, democrática e construída de forma coletiva. Isso destrói planos de carreira e perspectiva de valorização para os trabalhadores". 
Um ponto que desagradou o governo durante as discussões no Congresso e que foi mantido no texto foi a obrigatoriedade de a União complementar recursos de estados e municípios, se estes não investirem o suficiente para cumprir padrões de qualidade determinados no Custo Aluno Qualidade (CAQ). Sobre o CAQ, o ministro ponderou que primeiro será preciso fazer um grande debate com a participação de governo, estados, municípios e entidades da área de educação para definir como calcular o índice. Já a CNTE considera esse ponto uma vitória da sociedade. 
Paim também disse que está contando com os recursos dos royalties do petróleo e do Fundo Social do pré-sal para cumprir as metas estabelecidas, mas reconheceu que o governo terá que fazer um grande esforço. “Como temos dez anos, precisamos fazer uma grande discussão, verificar exatamente as fontes que nós temos e ver no que é preciso avançar. É óbvio que a União terá que fazer um grande esforço, mas sabemos também que os estados e municípios terão que fazer também um grande esforço, um esforço conjunto tanto no cumprimento das metas como no financiamento". 
Além do financiamento, o plano assegura a formação, remuneração e carreira dos professores, consideradas questões centrais para o cumprimento das demais metas. Pelo texto, até o sexto ano de vigência, o salário dos professores da educação básica deverá ser equiparado ao rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente. Além disso, em dez anos, 50% desses professores deverão ter pós-graduação. Todos deverão ter acesso à formação continuada.
O texto ainda institui avaliações a cada dois anos para acompanhamento da implementação das metas dos PNE. O ministro Paim, disse que o MEC vai anunciar, em breve, um sistema para acompanhamento do plano e também de medidas para dar suporte aos estados e municípios na construção dos planos de educação.
Para Leão, o PNE é um avanço, mas a luta continua: "Agora estados e municípios não têm mais a desculpa de não ter plano municipal e estadual porque não há um parâmetro nacional. Mas é necessário que esses planos se articulem com o plano nacional para construir a espinha dorsal de um sistema nacional de educação, sem pasteurizar o ensino, respeitando diferenças regionais, mas dando maior unidade à educação brasileira”, destaca o presidente da CNTE.
Veja publicação da Lei nº 13.005 de 25/06/2014 na edição extra de 26/6 do Diário Oficial da União.


(Com informações da Agência Brasil) Publicado no site da CNTE.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

SINTERPUM PARTICIPA DA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Com o advento do Plano Nacional de Educação - PNE, todos os Estados e Municípios terão um prazo de 02 anos para criarem seus planos de educação. O município de Timon  já iniciou seus  trabalhos desde março/2014 e o sindicato faz parte dessa realidade.

O SINTERPUM tem assento na Comissão de Elaboração do Plano Municipal de Educação de Timon através da vice-presidente e da diretora de comunicação professoras Norma Suely e Elisângela Leonarda respectivamente.

A comissão de elaboração tem a missão de fazer o levantamento de todos os dados para confecção das metas e estratégias que serão debatidas e aprovadas pela sociedade e câmara municipal posteriormente.

A direção do sindicato está participando do debate para as metas de Financiamento e Valorização.

Fazem parte desse grupo as associadas ao SINTERPUM Maria do Socorro da Silva Machado e Adriana Nascimento. Essa equipe estará reunida hoje para sintetizar os trabalhos que serão socializados na reunião da comissão geral dia 06 de junho - sexta-feira.


quinta-feira, 24 de abril de 2014

PNE: INSTITUIÇÕES PARTICULARES SERÃO BENEFICIADAS PELOS 10% DO PIB

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Plano Nacional de Educação decidiu ontem (23) que instituições privadas serão beneficiadas pelos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) a serem destinado à educação pública em dez anos. Os parlamentares rejeitaram o destaque que destinava a porcentagem apenas para a educação pública.

O financiamento faz parte do PNE e passará pelo plenário da Câmara antes de seguir para a sanção presidencial. Ao todo, 11 deputados votaram pela rejeição do destaque e 8 pela aprovação. O PNE estabelece metas para a educação a serem cumpridas em um período de dez anos. Entre as diretrizes, estão a erradicação do analfabetismo e a universalização do atendimento escolar. Consta também do plano o financiamento do setor.

Mariana Tokarnia - Agência Brasil 23.04.2014 - 10h41 | Atualizado em 23.04.2014 - 17h05

segunda-feira, 21 de abril de 2014

DEPUTADOS TENTARÃO VOTAR PNE AMANHÃ

A comissão especial que analisa o Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) reúne-se na terça-feira (22), às 14h30, para votar o parecer do relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR). O texto vem sendo discutido desde o começo do mês.

O PNE define metas para o ensino nos próximos dez anos. Um dos objetivos é aumentar a escolaridade dos brasileiros. O relator mantém o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública pela União, estados e municípios.
O projeto, que já havia sido aprovado pelos deputados em 2012, voltou para exame na Câmara porque foi modificado pelos senadores.
O foco maior das discussões tem sido o dispositivo do relatório que incluiu, entre as diretrizes do PNE, a superação das desigualdades educacionais, "com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual". Estes dois últimos eixos têm sido criticados por diversos deputados.
O local da reunião ainda será definido.
Íntegra da proposta:
PL-8035/2010

Agência Câmara, 16/04/2014
Reportagem Renata Tôrres
Edição – Regina Céli Assumpção
Publicado Quinta, 17 Abril 2014 10:20 site da CNTE

quarta-feira, 9 de abril de 2014

FRUSTRAÇÃO: BRASIL SEGUE SEM PNE!

 

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Mais duas reuniões esta semana e nenhuma votação. Há quase 4 anos o projeto tramita no Congresso Nacional e o país caminha sem um Plano Nacional de Educação.

Nessa quarta-feira, dia 9/4, o relator do PNE, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), insistiu em incluir nos 10% do PIB (antes destinados para educação pública) programas como o Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), executados por instituições privadas.

Após um bate-boca sobre a existência de um voto em separado, os deputados entraram em acordo sobre a leitura do substitutivo do deputado Paulo Freire (PR-SP), que solicita a retomada do texto do Senado no artigo que trata da questão de gênero, citando genericamente discriminações e preconceitos (com a “promoção da cidadania e a erradicação de todas as formas de discriminação”).

A proposta é contrária à posição da CNTE, por uma educação inclusiva e para a diversidade, que apoia a redação da Câmara, que, no inciso do artigo 2º, define a superação das desigualdades educacionais, “com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual e na erradicação de todas as formas de discriminação”.
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A polêmica sobre o assunto marcou a reunião, que foi encerrada antes da votação do texto principal. Os 26 destaques apresentados também não foram lidos. A sessão foi suspensa às 16h30, devido ao início da ordem do dia no Plenário.

A nova previsão é que o texto seja votado na próxima reunião da Comissão Especial, na semana que vem.

Fonte: site da CNTE
            
 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

CONSELHO NACIONAL DE ENTIDADES PREPARA GREVE

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Nos dias 19 e 20 de fevereiro a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação promoveu reunião do Conselho Nacional de Entidades, que começou com uma análise da conjuntura. A mesa contou com representantes das duas chapas que concorreram à diretoria durante o 32º Congresso Nacional da CNTE com o objetivo de trocar ideias e aprimorar o plano de trabalho da entidade para 2014.
Para Roberto Franklin de Leão, presidente da CNTE, o ano é de desafios: “É um ano difícil, nós temos eventos importantes que vão ter influência na conjuntura, Copa do Mundo, eleições. Do ponto de vista da educação creio que foi um erro o adiamento da CONAE, que poderia estar sendo feita agora. Temos o PNE que, espero, seja definitivamente aprovado este ano, mas será um plano nacional de educação que vai passar por um duro debate na Câmara, porque o relatório que defendemos, da Câmara, vai ser submetido depois da comissão especial ao plenário, onde nós vamos defender posições históricas dos trabalhadores em educação brasileiros, como os 10% do PIB para educação pública, a meta 17, que é muito importante para nós, porque equipara a média salarial dos professores à dos funcionários com a mesma formação, vamos ter um debate duro no que diz respeito ao investimento público no crescimento da oferta do ensino técnico e do ensino universitário, porque a gente acha que o governo precisa investir e aumentar o número de vagas públicas – porque às vezes é gratuita mas não é pública, concedida através de bolsas e programas que o governo tem”.
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Na tarde do dia 19, os representantes dos sindicatos acompanharam a sessão da comissão especial da Câmara que avalia as alterações feitas pelo Senado no Plano Nacional de Educação. Leão destacou a presença dos trabalhadores: “Estamos mobilizados, dispostos a defender aquilo que nós achamos que é o melhor para a educação pública e vamos acompanhar o debate buscando sempre conversar com deputados e discutir com eles o relatório da Câmara que é o que nos interessa. Esta fase não tem mais emenda, vai se discutir pontualmente um relatório contra o outro, e o do Senado não nos agrada. Tem um ou outro avanço mas, no geral, é um relatório ruim. Já o relatório da Câmara é resultado de uma mobilização muito grande e consideramos o melhor para o momento atual da educação brasileira”.
O Departamento de Especialistas também se reuniu durante o Conselho Nacional de Entidades para definir ações e a organização nos estados. Foi eleito o novo coordenador, Mário Sérgio Ferreira de Souza, da APP-Sindicato, do Paraná, que falou sobre a importância de equiparar os direitos do pedagogo ao do professor: “O nosso debate fundamental é resgatar o papel do pedagogo nessa nova visão da escola pública de qualidade, e, principalmente, a identidade dele, para que a gente possa superar a questão do tecnicismo da educação e a questão da palavra especialista, nós queremos destacar que somos pedagogos, trabalhadores preocupados com a educação pública de qualidade”, reforçou.
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No segundo dia de evento, foi lançada a revista Mátria, publicação que celebra o dia internacional da mulher com reportagens que abordam os desafios e a realidade na luta por mais igualdade de gênero e oportunidades. Para a secretária de Relações de Gênero da CNTE, Ísis Tavares, a Mátria, em sua 12ª edição, é um veículo de sucesso que extrapola o âmbito da educação: “Nós esperamos que a Mátria se consolide não só como uma revista específica da categoria mas reforce seu papel como uma revista política, utilizada também no dia a dia da escola, já que essa é uma das finalidade do meio de comunicação”. A publicação vai estar disponível na Internet a partir do dia 8 de março, no site da CNTE.
Ainda durante o CNE foi entregue um histórico sobre a lei do piso salarial desde sua aprovação. A iniciativa busca atualizar para o debate de uma das pautas mais importantes da greve nacional marcada para os dias 17, 18 e 19 de março, que culminará com uma manifestação no dia 19, em Brasília. Um dos objetivos, segundo o presidente da CNTE, é chegar até os prefeitos, que também estarão na capital federal para o Encontro Nacional de Municípios, no qual gestores municipais vão discutir a agenda das cidades brasileiras para 2014: ”Eles precisam ver que a categoria está mobilizada e que vai continuar lutando para que a lei do piso seja cumprida. Queremos também mostrar à presidente da República, que até hoje não se dignou a receber a CNTE, que nós temos força e que vamos exigir que ela também interfira para que a lei do piso se torne uma realidade no Brasil, afinal ela fala muito que a educação é prioridade do governo e precisa comprovar isso, tornando possível e viável essa lei que é o início de um processo de valorização dos trabalhadores de educação. Nosso objetivo é que todos os trabalhadores que atuam na educação, inclusive os funcionários da educação, tenham piso, tenham carreira. A nossa manifestação é pra dizer isso às autoridades brasileiras”, afirmou Leão.
 
Matéria retirada do site da CNTE.
 
  
 
 





 


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

DIRIGENTES DO SINTERPUM PARTICIPARAM DO CONSELHO NACIONAL DE ENTIDADES EM BRASÍLIA


A CNTE realizou ontem (23/10), em Brasília, a reunião do CNE - Conselho Nacional de Entidades. Com a presença de representantes dos sindicatos de todo o Brasil filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, o evento trata da necessidade de aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) e da mobilização nacional marcada para 30 de outubro em frente ao MEC, além dos encaminhamentos para a Conferência Nacional de Educação/ CONAE 2014, entre outros temas.
Na conversa, o destaque é a preparação para a próxima terça-feira, quando será realizada mais uma audiência pública na Comissão de Educação para discussão do PNE. ”Temos de pressionar pela aprovação ainda este ano. O PNE não pode virar instrumento de barganha eleitoral. Além disso, é preciso lutar para que o reajuste do piso garanta ganho real”, comenta o presidente da CNTE, Roberto Leão.
Para tanto, a proposta é fazer uma campanha com os deputados federais para que votem contra a proposta dos governadores e contra o INPC para atualização do piso.
No calendário apresentado e aprovado na reunião dos conselheiros, ficou acertada também a organização de nova mobilização nacional em dezembro. A próxima reunião do CNE será nos dias 12 e 13/12.
Também é pauta a realização do 32º Congresso Nacional da CNTE, previsto para 16 a 19 de janeiro de 2014.


As professoras Norma Suely e Maria Edina continuam em Brasília representando o SINTERPUM nas reuniões no auditório da CNTE fazendo Análise e debatendo Conjuntura Nacional e Internacional,Política Sindical,Política Educacional,Políticas Permanentes.
Fonte: Adaptado - Site da CNTE

terça-feira, 10 de setembro de 2013

PRESIDENTA DILMA SANCIONA LEI QUE DESTINA RECURSOS DO PETRÓLEO PARA A EDUCAÇÃO E SAÚDE

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A presidenta Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira, em cerimônia no Palácio do Planalto, a lei que destina os royalties do petróleo para investimentos nas áreas da educação e saúde. O texto que foi assinado pela presidenta é o mesmo aprovado no dia 14 de agosto pelo Congresso Nacional, sem vetos, com destinação de 75% dos valores para a educação e 25% para a saúde.


O primeiro repasse, de R$ 770 milhões, deverá ser feito ainda em 2013; chegando a R$ 19,96 bilhões, em 2022, e a um total de R$ 112,25 bilhões em dez anos.
O presidente da CNTE, Roberto Leão, que esteve na cerimônia, afirma que essa bandeira é uma conquista do movimento social. "O resultado da lei que foi aprovada hoje é fruto da mobilização da sociedade brasileira que foi ao congresso, discutiu com os deputados e senadores, exerceu o direito legítimo de pressionar os poderes. É resultado de um entendimento maduro construído entre o governo, o parlamento e a sociedade e que resultou nessa lei que é muito importante para termos uma educação com a qualidade que a gente deseja ter", afirmou Leão.
O presidente da CNTE lembra que é fundamental que esses recursos recebam uma regulamentação adequada para que essa riqueza seja usada de maneira eficiente e com resultados concretos depois de toda a luta e mobilização das entidades, que acompanharão de perto a destinação desses recursos.
"Nossos senadores e deputados aperfeiçoaram e votaram a proposta que sempre defendi e que meu governo enviou ao Congresso, para que as riquezas do petróleo, que são finitas e um dia acabam, sejam investidas em educação. Para nós, para mim e meu governo, a educação é o principal pilar para transformar o Brasil em uma grande nação, para assegurar a emancipação do nosso povo da pobreza, para elevar o nosso país à condição de uma nação de homens e mulheres que crescem pelo conhecimento que produzem", afirmou Dilma, no último dia 19, no programa Café com a Presidenta.
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Com relação ao Fundo Social do pré-sal, o texto prevê que 50% dos recursos sejam destinados para a educação, até que sejam atingidas as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), e para a saúde. Conforme regulamentação posterior, o fluxo de dinheiro do Fundo para as duas áreas será diminuído.
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Atualmente, o investimento total do Brasil na educação pública corresponde a 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB). O projeto de lei que cria o novo PNE, já aprovado pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado Federal, inclui uma meta para que o percentual de investimento na área seja ampliado para 10% do PIB.

Publicado em Segunda, 09 Setembro 2013 14:48 CNTE

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

SINDICATO CONVOCA TODOS/AS PARA O DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Timon - MA, convoca todos os trabalhadores para o DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO.

Em Timon - MA concentração será em frente a Prefeitura na Praça São José a partir das 8h da manhã.

  Pauta das Centrais Sindicais:


·         Redução da Jornada de Trabalho para 40h semanais sem redução de salário;
·         Fim do Fator Previdenciário;
·         10% do PIB para a educação;
·         10% do Orçamento da União para a Saúde;
·         Transporte Público e de qualidade / Mobilidade Urbana;
·         Valorização dos Aposentados;
·         Reforma Agrária;
·         Suspensão dos Leilões de Petróleo;
·         Contra o PL 4330 sobre a Terceirização. 

  Pauta da CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação:

·         Piso, Carreira e Jornada;
·         Votação imediata do PNE;
·         Profissionalização dos funcionários da educação;
·         Contra a terceirização dos serviços públicos;
·         Royalties do Petróleo para Educação. 


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO: CNTE fará acampamento em frente ao Senado Federal pela votação do PNE


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Definindo o calendário de mobilização para o segundo semestre, a CNTE decidiu, em aprovação unânime da plenária, a realizar um acampamento em frente ao Senado Federal para pressionar a votação do Plano Nacional de Educação no Senado. O PNE aguarda uma decisão final a três anos e meio.
O acampamento será o ponto principal da agenda de mobilização da CNTE para o segundo semestre. No mês de agosto, as centrais sindicais seguem na luta contra o projeto 4330, que trata da terceirização de trabalhadores. Dia 30 de agosto, Dia Nacional de Paralisação, marcará o início do acampamento, que ficará instalado até que o PNE tenha uma solução definitiva.
“Tivemos o compromisso de todas as entidades de enviarem trabalhadores para estarem nesse acampamento em etapas que já foram acertadas no CNE. Teremos sempre uma boa movimentação de pessoas, dialogando com os parlamentares, com os funcionários públicos dos diversos ministérios da Esplanada, com o povo de Brasília, enfim, chamando a atenção para a necessidade do PNE ser aprovado esse ano”, afirma Roberto Leão, presidente da CNTE.
Leão lembra que o PNE precisa deixar clara a destinação dos 10% do PIB para a educação pública, com ênfase nessa questão, para que seja possível avançar na construção de uma escola que seja efetivamente de qualidade, socialmente referenciada e que faça jus às necessidades do povo brasileiro.
No dia 12 de agosto há a previsão da votação da destinação dos royalties do petróleo para saúde e educação e a entidade estará mobilizada na Cãmara para pressionar os deputados a aprovarem a proposta original, descartando as alterações que comprometem consideravelmente os recursos para a educação.
A CNTE também elaborou uma nota oficial, aprovada pelo conselho, sobre o projeto 4330, afirmando que não há negociação em um projeto que nada contribui para a classe trabalhadora brasileira. A CNTE e a CUT estão mobilizadas para impedir a aprovação dessa proposta que impacta também a educação, já que em alguns estados parte dos funcionários de escola já são terceirizados, medida combatida fortemente pela CNTE.  
EM Timon - MA a Concentração ocorrerá na Praça São José em frente a prefeitura,das 08 às 13h. o SINTERPUM convoca todos os trabalhadores em Educação para mais um dia de LUTA,por uma Educação pública e de boa qualidade.

Publicado em Sexta, 09 Agosto 2013 17:39 CNTE

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Contra o Recurso 162/2012: em defesa da educação pública brasileira, por um PNE pra Valer!



5,000
3,269
3,269 assinaturas. Vamos chegar a 5,000

Por que isto é importante

A sociedade brasileira debate a criação do novo PNE (Plano Nacional de Educação) há mais de 3 anos. Apenas no processo da Conae (Conferência Nacional de Educação), concluído em abril de 2010, mais de 4 milhões de cidadãos e cidadãs discutiram quais deveriam ser as diretrizes do novo plano educacional, que determina os rumos da educação pública.
Em dezembro de 2010, o Governo Federal enviou uma proposta limitada de novo PNE para o Congresso Nacional. Em 26 de junho de 2012, após 18 meses de estudos, debates, audiências públicas e seminários, o Projeto de Lei 8035/2010 (PNE) foi aprovado por unanimidade na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.
O Governo Federal teve participação ativa no processo de tramitação do novo PNE, inclusive defendendo a criação da Comissão Especial. Mas agora quer evitar que o PNE siga para o Senado Federal. Para isso, apresentou o Recurso 162/ 2012, assinado pelo líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia e por outros 79 parlamentares. Eles questionam justamente o caráter terminativo da Comissão na análise do Projeto, especialmente porque foi aprovado o patamar de investimento equivalente a 10% do PIB para a educação pública.
Se os deputados não retirarem suas assinaturas, esse Recurso será votado em plenário e, se aprovado, o debate sobre o PNE será reiniciado, praticamente do zero. O problema é que não haverá previsão de data para que o novo PNE entre na pauta de votação.
Essa petição pede aos 80 parlamentares que retirem suas assinaturas do Recurso, para evitar prejuízos à educação pública. Educação exige seriedade e prioridade. O PNE deve ser enviado imediatamente ao Senado Federal para análise e votação. O Brasil precisa de recursos e planejamento na educação pública!
ASSINE VOCÊ TAMBÉM! Clique no ícone abaixo:

quarta-feira, 27 de junho de 2012

“Aprovação de 10% do PIB é vitória de quem defende a educação pública de qualidade”


Depois de muita pressão da sociedade civil, a comissão especial do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) aprovou ontem (26) a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do País em políticas da área no período de 10 anos. A conquista foi bastante comemorada pela CNTE, que promoveu ampla mobilização pelo percentual e acompanhou todo o processo de votação da matéria, desde o início. "Foi uma vitória da mobilização organizada, da persistência, dos que nunca desistem e que sabem que é importante a pressão sobre o parlamento de uma maneira democrática. Vitória da CNTE, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, enfim, uma vitória de quem defende a educação pública de qualidade, socialmente referenciada", afirma o presidente da Confederação, Roberto Franklin de Leão.
A sessão da Comissão Especial do PNE começou com atraso. Para garantir que fossem analisados os destaques à meta 20 do Plano, que possibilitavam o aumento do investimento de 8% para 10% do PIB, alguns parlamentares abriram mão de apresentar seus destaques referentes às outras metas. A reunião chegou a ser interrompida às 17h30 para que os deputados comparecessem à Ordem do Dia, mas foi retomada em seguida. A ideia era que a votação dos 10% não fosse adiada. Tudo foi acompanhado em uma sala lotada por representantes de entidades da sociedade civil e estudantes, que cantavam e faziam coro para que a votação não fosse deixada para outro dia.
Oito destaques apresentados ao relatório do deputado Angelo Vanhoni sugeriam aumentar a meta de investimento na educação. No final, os parlamentares acordaram que apenas o destaque apresentado pelo deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) seria apreciado. No texto aprovado, o governo se compromete a investir pelo menos 7% do PIB na área nos primeiros cinco anos de vigência do plano e 10% ao final de dez anos.
Angelo Vanhoni, que chegou a sugerir a aplicação de 8% do PIB em seu último relatório, apoiou a proposta de última hora. Apesar de ter votado pelos 10%, ele voltou a afirmar que os 8% seriam suficientes para uma melhoria significativa da educação no País. "Contudo, não compete ao relator ir de encontro a 99% da comissão especial", avaliou.

O autor do destaque aprovado, o deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) acredita que a alternativa teve apoio do governo porque oferece flexibilidade na gestão orçamentária. Isso porque outras propostas previam metas intermediárias ano a ano. A proposta aprovada segue agora para o Senado.
Para Roberto Leão, a mobilização da sociedade civil e dos parlamentares favoráveis aos 10% é a prova de que há condições políticas para realizar o investimento, ao contrário do que pensa a área econômica do governo. Mas o presidente da CNTE alerta que a sociedade deve estar vigilante para que esse investimento realmente se reverta em melhorias na educação pública. "Temos que estar atentos para que não haja nenhum desvio no meio do caminho. Para que possamos efetivamente ver esse dinheiro lá na ponta, na escola, ajudando a melhorar as condições do trabalho, do ensino e aprendizagem, de carreira dos professores, ver o piso salarial profissional efetivamente colocado em prática e ver uma educação pública com a qualidade que estamos sonhando", afirma.
Sobre a tramitação do PNE agora no Senado, Leão acredita que a matéria não obterá resistências naquela casa. "Creio que os senadores serão sensíveis e não vão votar contra aquilo que já foi decidido na Câmara e que foi resultado da pressão popular. Não só os 10%, mas todo o PNE precisa ser resolvida este ano para ser colocado em prática a partir de 2013 para que tenhamos um Norte que dê luz à educação brasileira", conclui. (CNTE, 27/06/12)

domingo, 17 de junho de 2012

PNE: relatório é aprovado com investimento de 8% do PIB, com possibilidade de chegar a 10%


Foi aprovado na quarta (13) na Câmara dos Deputados o texto principal do Plano Nacional da Educação (PL 8035/10). Às vésperas da sessão (12), o relator Angelo Vanhoni (PT-PR) realizou duas alterações na meta 20 do parecer, que trata da execução das metas do Plano. Uma delas é a definição de que o investimento público na Educação será de 8% do Produto Interno Bruto (PIB), de forma direta. A segunda mudança prevê o investimento de 50% dos recursos provenientes dos royalties do Pré-sal no setor, garantindo que, desta forma, ao final de dez anos sejam investidos pelo menos 10% do PIB na área.

Apesar dos 10% finalmente terem sido incorporados ao texto do relatório principal do PNE, os deputados que reivindicavam a aplicação direta desse percentual não ficaram satisfeitos. Segundo eles, os recursos advindos do Pré-Sal ainda não estão garantidos e não se sabe qual é o seu montante.
O Coordenador do Departamento de Funcionários da CNTE, Edmilson Lamparina, acompanhou a votação e tem a mesma opinião sobre o tema. "Ficou a dúvida se realmente os recursos do Pré-sal serão suficientes para se alcançar os 10% para a educação", destacou o dirigente.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

PNE PODERÁ SER VOTADO NA 2ª QUINZENA DE JUNHO


A votação do Plano Nacional de Educação (PNE) na Câmara dos Deputados poderá ocorrer após o feriado de Corpus Christi.
Os parlamentares da Comissão Especial responsável por analisar o Projeto de Lei 8035/10 definiram os dias 12 e 13 de junho como prováveis datas para se pronunciarem sobre a matéria.

Na sessão desta quarta-feira (30), o relator da matéria, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), deu
continuidade à leitura de seu relatório final. Contrariando a bandeira da CNTE, das demais entidades da sociedade civil e de vários parlamentares da comissão, Vanhoni chegou a afirmar que não vê necessidade de uma reserva de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para investimentos em educação. "Eu acho que os 7,5% são suficientes para enfrentar os problemas estruturantes da educação brasileira. A bandeira dos 10% é muito mais política",disse o petista. Apesar de sua posição, Vanhoni afirmou que uma nova discussão deverá serfeita com autoridades do governo para debater o assunto.
 
O Secretário de Assuntos Educacionais da CNTE, Heleno Araújo Filho, critica a posição do parlamentar. "O relator seguiu a mesma linha de declaração do ministro da Educação. Nós entendemos que há um equivoco neste pensamento. Existe uma demanda social muito grande para a área de educação. Nós temos 14 milhões de pessoas que ainda não foram alfabetizadas, temos um contingente grande de analfabetos funcionais. Na própria Educação Básica, em nenhuma etapa temos 100% de inserção na idade certa de estar na escola. Então á uma necessidade de um investimento maior sim, para garantir o acesso, a permanência e a qualidade", avalia.
 
Segundo Heleno, é impossível alcançar esses objetivos sem ter profissionais valorizados, uma política de formação continuada e escolas com boa estrutura. "Claro que isso exige mais recursos, mais investimentos. Por isso continuamos afirmando que 10% são o patamar necessário para melhorar a educação em nosso país. Não é apenas uma bandeira política como coloca o deputado Angelo Vanhoni", finaliza. 1/2 Votação do PNE fica para primeira quinzena de  junho
 
O investimento de 10% do PIB na área educacional é defendido pelas organizações da sociedade civil desde a década passada. No final de 2011, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação reuniu vários argumentos favoráveis ao pleito, com base nas notas explicativas e planilhas de custos apresentadas pelo Ministério da Educação, e apresentou a nota técnica:"Por que 7% do PIB para a educação é pouco”. (CNTE, 30/05/12)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

PNE: relator atende parcialmente propostas da CNTE

O último substitutivo do dep. Ângelo Vanhoni ao PL 8.035/10 contemplou algumas sugestões
da CNTE, dentre elas, a que expande o conceito de profissionais da educação na meta 15
(contemplando os funcionários), a que incluiu, na íntegra, a estratégia 20.1 (relativa ao
financiamento), e a que prevê a regulamentação do art. 23 da Constituição, visando instituir o
regime de cooperação institucional coordenado por um sistema nacional de educação,
reivindicação histórica dos trabalhadores em educação.
As emendas em questão melhoram o texto do PNE e começam a apontar os caminhos para a
responsabilização de cada esfera federada com a consecução das metas do Plano. Porém,
sem que o Congresso regulamente os pontos pendentes do PNE - sobretudo o regime de
cooperação à luz da capacidade contributiva dos entes - dificilmente esse diploma deixará de
ser mais uma carta de intenções, tal como ocorreu com o PNE anterior.
Já a aprovação de 10% do PIB para a educação é essencial para o Brasil atacar os gargalos
educacionais, especialmente da creche, da formação profissional, do acesso à universidade
pública, da qualidade do ensino básico e da valorização dos trabalhadores em educação.
Neste momento, a CNTE reencaminhou ao relator suas contribuições condizentes à vinculação
do piso do magistério à meta 17 do PNE, dentre outras que julgamos essenciais para o PNE
tornar-se uma referência de luta social pelo direito à educação de qualidade. Clique aqui para
acessar as emendas.
Outras sugestões ao substitutivo do PNE, que poderá ir a voto nesta quarta-feira (9), estão
sendo apresentadas pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação e por outras entidades
parceiras na luta por um “PNE que o Brasil quer”. (CNTE)

Assembleia aprova Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR)

  Hoje, dia 15 de abril de 2026, o SINTERPUM realizou assembleia com os servidores administrativos da educação pública de Timon. Foi apresen...